Uma verdadeira autoestima, reflete a beleza de CRISTO!
A beleza de vocês não deve estar nos enfeites exteriores, como cabelos trançados e joias de ouro ou roupas finas.
Ao contrário, esteja no ser interior, que não perece, beleza demonstrada num espírito dócil e tranquilo, o que é de grande valor para Deus.
( I Pedro 3:3-4 )
Geralmente as pessoas que assim são, não aceitam e não querem reconhecer suas limitações de aparência, chagando ao ridículo de quererem agir e viver como adolescentes ou jovens!
Sentir para estes autoestima é a declaração oculta que se transfere para os atos de práticas vergonhosas, ou seja, a somatória toda é ter autoestima para agirem perversa, empoderada(o)s, com conotação vaidosa de usar a aparência para humilhar os outros!
“Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada”.
( Provérbios 31:30 )
Essa falsa autoestima, consiste em alguém que procura apenas o exterior, valoriza a aparência, só enxerga aparência dela e das pessoas, julga tudo pelo que enxerga, pela beleza passageira, ou seja, a autoestima destes acontece enquanto tiverem beleza exterior para oferecer, ou quando doentes estão, num narcisismo, não conseguem enxergar o desgaste do tempo, e com isso vivem demasiadamente em busca de esteriótipos, ao ponto do ridículo lhe acometer!
Trata-se de uma ilusão que distorce a realidade, transformando o egoísmo, a indiferença e a injustiça em atitudes justificadas e aceitáveis. Do ponto de vista bíblico, esse engano vem de um coração enganoso que se fecha para a verdade, tornando a consciência insensível e levando a pessoa a confundir o mal com o bem. Na visão filosófica, revela um amor-próprio desordenado que coloca o interesse próprio acima da razão, da justiça e do bem comum.
Essa falsa segurança traz consequências graves: impede o crescimento moral e espiritual, danifica relações e gera uma paz apenas aparente, destinada a ruir diante das consequências dos atos. Em contraste, a verdadeira autoestima surge do reconhecimento da própria dignidade como criação de Deus, aliado à humildade para assumir erros, reparar danos e viver conforme a verdade e o amor ao próximo — única forma de alcançar um bem-estar sólido e duradouro.
Uma boa e verdadeira autoestima não se apoia em vaidade, orgulho ou sensações passageiras de bem-estar, mas consiste em refletir o caráter de Cristo e a sua beleza santa. Reconhece que o valor real da pessoa vem de ser criada à imagem de Deus e redimida por Ele, e não de conquistas ou aparências.
Essa autoestima sadia se manifesta na humildade, na verdade, no amor ao próximo e na disposição de corrigir-se, pois busca assemelhar-se a Jesus, que é manso, justo, misericordioso e fiel.
Ao moldar a vida conforme os seus ensinamentos e o seu exemplo, a pessoa encontra uma segurança interior sólida, que não precisa justificar erros nem prejudicar ninguém para se sentir bem, mas cresce na graça e na virtude, tornando visível em si a beleza da santidade que vem do Senhor.
JCD
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