Vocação ministerial, dada por DEUS!
Textos Bíblicos: (Mt.10:1-4; At. 1:15-26; Tm. 3:1-13;5:17-25;Tt.1:5-9).
É perceptível nos textos acima a questão da vocação ministerial em que o DEUS Soberano é quem chama com atribuições, capacita com propósitos, e sustenta com o fim de manter o corpo de Cristo edificado.
Certa vez ouvi uma heresia que se propagou por um tempo, foi a que o pastor, só é, se tiver rebanho, ou seja, se não tiver por alguma circunstância que seja, injusta ou outra, já não é mais, é como alguém que antes foi médico, e depois por alguma circunstância deixou de ser.
Também é perceptível que o texto sagrado com suas atribuições legais, nos mostre a partir dos textos acima que a vocação deu-se início para edificação do corpo com a escolha dos Apóstolos, e termina com presbíteros que é igual a pastor, que é igual a bispo, nas cartas de Paulo, em (I Tm. 4:14) é demonstrado com clareza principalmente nos originais; o Apóstolo Paulo trás a lembrança do Pastor Timóteo que sua vocação ministerial deu-se por imposição de mãos do presbitério que é por sua vez o corpo eclesiástico de pastores, se não me falha a memória as atribuições legais dos diáconos teve por sua vez a participação da igreja em Atos, quando na ocasião os Apóstolos por muita atividade consultou a igreja para que homens íntegros fizessem o trabalho de servir onde os Apóstolos ficassem na atividade especial eclesiástica devido o crescimento da eclesia igreja, ou seja, amados me admira alguém passar a acreditar num argumento ant-bíblico e sem fundamentação na palavra de DEUS, agora, não sejamos levianos, em achar que qualquer um, a qualquer hora do dia e do ano possa sair por aí sendo PASTOR, quero deixar bem lembrado que, quem separou Paulo e Barnabé foi acima de todos o "Espírito Santo", e se utilizando deste momento a instrumentalidade estavam presentes homens de responsabilidade mestres e profetas do SENHOR em
(Atos 13:1-3).
Portanto, quando se tratar do caso de chamamento Eclesiástico, trata-se de corpo presbiterial de pastores, homens de Deus designados para tratar de assuntos que não competem a qualquer um sem capacidade de entender a vocação pastoral e se intrometer nessa questão impar e de responsabilidade, não de qualquer um que seja, mas de quem realmente conhece mediante as escrituras esse encargo.
Portanto, caso sejamos vocacionados de verdade e não de modismos baratos, possamos agir, viver, e por sua vez glorificar a DEUS cumprindo o dever de sermos leais a quem nos convocou a esse privilégio.
Que a graça de Cristo seja com todos nós!
J.C.D.

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